terça-feira, 27 de dezembro de 2011

            
                                             


Dia 28 vai ser foda sabe porque? Porque vai doer, mais uma vez a ferida será aberta, porque esse é um dia em que todos avengers lembram mais uma vez do nosso Jimmy, um dia em que todos nós choramos por lembrar de tudo o que ele já fez, o dia em que ouvir so far away vai parecer ser tortura, dia em que lembramos de suas composições, do seu jeito de tocar ,das brincadeiras antes dos shows ,dos seus rap’s hilários, da sua paixão por patos, da sua amizade com cada um da banda, do seu sorriso, sua voz, de tudo, de cada detalhe do maior ao menor…dia em que chorar é algo inevitável, um dia vazio, um dia sem porque, um dia que poderia não existir.
                                                                         

                                                     

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

[…] Então ela realmente quis sair para a vida, escolheu seu caminho, enfrentou seus medos e não se arrependeu. Tomou todas as decisões, assim, em silêncio, com um turbilhão de pensamentos e muito barulho em sua mente, ela decidiu viver, arriscar. Decidiu sair da beira do abismo e se jogar de verdade, de cabeça, cheia de medos, mas com toda a coragem do mundo para enfrentá-los.
Preciso ir, fugir de mim mesma, desta tristeza, de tal pesar que sinto por ti, por mim, por tudo aquilo que acontecera. Lembra-te daquele passado não muito distante no qual estávamos juntos? Preciso deixá-lo ir, esvair-se de minhas memórias, não desejo mais lembrar de tudo aquilo. Não. Não desejo mais. Preciso ser feliz, preciso esquecer, preciso deletar todas as boas e más lembranças de minha mente. Não quero mais lembrar. Não posso mais lembrar. Preciso ser feliz. Preciso ser feliz… Simplesmente feliz. 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011


De vez em quando costumo achar que sou eu mesmo meu maior inimigo. Sou eu que me encho de ironia na frente dos espelhos, que carrego a autocrítica dentro do peito. Sou eu, eu estranho, possessivo, chato, pífio eu – que procura os teus beijos, tua presença nas esquinas, que não consegue te tirar do peito. Sou eu que durante todo este tempo carrega essas fotografias antigas, parar reviver mentiras que me doem no peito.  Sou eu que vivo em nostalgias, sou eu que fico em vigias na frente do portão, esperando algum sinal teu. Sou eu que perdi o chão. Sou eu que vivo em desabafos, em abraços, sou eu que vivo de chorar todas as noites abraçando travesseiros. Sou eu que vivo a escrever cartas, textos, onde contidos nesses está o que sorrateiramente tento omitir. Sou eu que vivo em dores, em faltas, que espera tuas cartas, sou eu que procuro pedidos de amor nas tuas rimas. Fui eu que perdi os sorrisos, os momentos, os ciclos. Fui eu que tanto quis deixar de ser singular, que sempre quis converter a tua despedida numa iniciativa…
Num pedido de volta, num pedido de ‘fica’. 

Ela vivia sorrindo. Ele era o motivo do seu sorriso. Sempre quando falavam dele, automaticamente um sorriso se abria no seu rosto. Ela era muito feliz com ele. O tempo passou, o amor que ele dizia sentir por ela, acabou [..] E agora ela é uma garota triste, vive sorrindo pras pessoas mas chora no silêncio da noite. Ela não gosta de que todos saibam que ela sofre por alguém, ela é egoísta, orgulhosa, mas ela ama, ama um garoto que pouco se importa, um garoto que a destruiu completamente.

E mais uma vez pensei em você. Trouxe a tona todo aquele sentimento. Me deixei dominar por aquela vontade louca de ter aqui. Falei de você para os meus amigos, disse que ainda te amava e que não o havia esquecido. Quis te ligar, mas não permitiram, disseram que me arrependeria depois. Eu não te esqueci, essa foi a mentira mais idiota que eu inventei. Eu não queria sair por baixo, se pra você foi fácil me esquecer, eu queria mostrar que eu tinha conseguido também. Não queria ser a idiota apaixonada, que ainda pensava em você quando já nem se importava comigo. Sei que estou sendo tola, que vou me arrepender amanhã, mas a verdade é que tudo que eu mais quero nesse momento é você.
Ela tinha olhos radiantes, que brilhavam a cada palavra que pronunciavam diretamente a ela. Tanta luzofuscoumas a beleza permaneceu. No fundo de cada um de seus olhos castanhos habita uma alma que vaga sem pestanejar, lugares que antes frequentemente ela esbanjava seus sorrisos belos como a paixão pelo seu amado. Voltando às suas raízes, encontra somenteresquícios de recordações vazias, com nada mais do que poeira. Partiu-se, durante o trajeto feito para alcançar a felicidadePerdeu-se em seguida,desencontrando-se da famosa alegria que tanto buscamos ter. Uma perfeita massa de confusões, dona de um rostinho angelical. Sim, está prestes a soltar uma série de elogios. Cansou de citar seus próprios defeitos, quando percebeu que há uma extensa podridão lá fora. Ela admira o seu olhar misterioso e os cílios que o envolvem discretamente. Seu rosto em formato oval, com lábios marcantes e uma franja compatível com seu cabelo. A pele tão branca quanto leite demonstra uma garotinha frágil, o que ela não é, por ter sobrevivido a duros testes de resistência humana. Não possuiu um corpo de modelo, mas preza o seu, porque apesar de tudo é isso que a define. As diferenças, demarcações que nunca foram descobertas. E mesmo se rebaixando com extrema persistência, compreende que é bonita. Do seu jeito, enquadrada numa moldura em que poucas pessoas podem observar com bons olhos. É linda. Grande lindeza, mas não continuarei citando suas qualidades para que ela não seja taxada de convencida. No caso, eu. Porque sim, estamos tratando de mim, um vaso de imperfeições que está lentamente aprendendo a enxergar seus encantos.

Então faremos o seguinte : vamos dormir juntos, mas não digo com segundas intenções, eu digo no sentido literal da palavra. Digo estar comigo disputando quem ficará com o lado direito da cama. Digo ficar brigando qual tipo de filme iremos ver antes de dormir. Digo discutir quem irá abrir mão do seu devido conforto e levantar para apagar a luz para que o outro possa dormir. Digo me dar um beijo de boa noite e prometer estar ali ao meu lado quando eu abrir os olhos novamente. É apenas isso que quero, nada a mais, e nada a menos. Apenas você.




Queria poder dizer que te amo igual a sempre,que não estou me acostumando a ficar sem a tua presença para alegrar os meus dias. Claro que continua sendo difícil pra mim. Sabe… Essa coisa de ter que apagar você da minha vida e até confesso que te apagar da minha vida é como tentar esquecer um numero de telefone que já foi decorado. Ou ao menos parar de respirar. Mas eu me acostumo. Aprendo a te substituir por alguém melhor, alguém que realmente sinta amor. Alguém que não finja, e ao oposto de falar, começar a fazer. Porque enquanto você estava ai prometendo, há pessoas querendo cumprir.”
Todos os dias o mundo tenta nos dizer que não podemos, que somos fracos e que não vamos conseguir. E Deus insiste em sussurrar educadamente nos nossos ouvidos: Eu uso as coisas loucas pra confundir as sábias, eu faço das suas fraquezas sua fortaleza, e não pense em desistir, eu que sou Deus não desisto de você, porque você desistiria? Reflita.

Abro os olhos, enquanto permanecia adormecida tudo estava abandonado em minha mente, nada me doía. O coração se disfarçava em um curativo falso e os sonhos chegavam a ser bons. Abro os olhos e percebo que o mundo de fantasias e paz dura pouco. Mas a vida está aí para ser vivida e enfrentada, para se tirar lições… Só queria que doesse um pouco menos. Crio coragem para colocar os pés no chão novamente e um após o outro, eu encontro o meu caminho de volta.

Pra mim não dá mais. Não aguento dar continuidade a isso. Desisto, antes mesmo de começar. Sou fraca, e tu deverias saber disso, meu amor; a armadura que construí está imune a você. Eu não aguento mais. Então, me desculpe. Por ter sido tão frágil, por não ter forças para persistir, por errar, por ser errada, por deixar que nós nos perdêssemos, por ter tido ciúme demais e atitude de menos. Perdoe-me pela falta de delicadeza, pelo orgulho ter me guiado até aqui. Eu sinto muito. Por você. Por mim. Por nós.